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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Nem tão distante assim...







We heart it





Casa de vó - Casa da dinda - Passeios com os tios - Fim de tarde com cafezinho - Mimos de vó - Permissividades - Dengos de neto - Estragos de tio - Doces na mão - Desespero da mãe - Choques de educação.





No começo senti um grande alívio, preciso confessar. Estava a salvo numa imensa bolha e estar longe de pitacos fazia eu me sentir segura. Criaria os filhos sem divergências...de qualquer ordem.





E sempre me pego comparando a minha infância com a que eles estão vivendo. Que histórias eles terão pra contar? Será mesmo saudável viver longe de toda a vivência com a família - essa num sentido mais amplo? Que lembranças eles teriam de sua infância sem mais personagens para pontuá-las que não seja meu marido e eu?





AMOR DE AVÓ - AMOR DE TIOS - AMOR DE DINDAS ainda é possível sentir.





Ainda bem que existe telefone.


Ainda bem que existe internet.


Até que momento estaremos todos satisfeitos com isso, eu não sei. Mas é importante saber que ao menos os temos.





Longe e presentes.







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Identificação - Afinidade - Confabulações - Amizade virtual (por enquanto)



E não é que hoje, sou a convidada da seção E com vc, como foi?, do blog Mãe de Duas, da minha amiga Pri Perlatti? Um blog que eu adoro! Convido vcs a dar uma conferida no texto que fiz sobre o relacionamento com a minha mãe.



Obrigada, querida, pra mim foi uma  honra figurar no Mãe de Duas.







11 comentários:

  1. eu também queria o mesmo pros meus, mas (in)felizmente ainda tenho aqui os pais de matheus, daí fico imaginando no mimo e dengo que o meu pequeno vai ter. mas avós servem pra isso mesmo, pais servem pra educar e avós pra estragar.

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  2. Já é tão difícil com todo mundo por perto imagina longe!!!

    Bjão

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  3. Ainda que com todos os pitacos, eu nao consigo imaginar essa fase estando longe da minha familia. Eles foram (e ainda são) tao importantes nessa fase pós maternidade na minha vida!

    Vou lá ver o post.

    bjao

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  4. Dani,
    Vivi praticamente toda minha vida de casada longe da família, morando em Estados diferentes. Tudo tem seus prós e contras.
    Gosto do seu jeito de escrever.
    Estamos com um projeto em andamento, chamado blogagem coletiva fases da vida. Já tivemos o nascimento, a infância e a adolescência. Foram muitos blogueiros em torno do mesmo tema a cada mês. Quanta emoção e partilha! E o mais interessante é que estão participando blogueiros cujas temáticas do blog são as mais variadas. O meu, por exemplo, é culinária e flores.
    Se interessar aderir, 15 de junho teremos o tema juventude. Eis o link:
    http://nacozinhabrasil-gina.blogspot.com/2011/05/blogagem-coletiva-fases-da.html

    Um beijo!

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  5. Dani,

    Pitacos é um saco, mas eu adoraria tê-los, não tenho familia por aqui e minha mãe é falecida! As vezes eu queria muitos pitacos pra discordar, mas tudo bem!!!

    Ainda bem que existe fotos...
    E pra vcs, ainda bem que o mundo tecnologico está cada vez melhor!

    Bjo jana

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  6. Dani,

    Conheci seu cantinho hj pela participação no Mãe de Duas (que sou fã)! Encantei com o lay do blog... e com seu jeitinho de escrever!! Uma fofura!
    Vou voltar por aqui...
    Fabiana
    http://2-ao-quadrado.blogspot.com

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  7. Adorei o post Dani! Veja lá meu comentário. Beijos

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  8. E aí, foi bom pra vc?
    Pra mim foi ótima a sua participação!
    Super obrigada pelo texto emocionante!
    Bjs
    Pri

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  9. Bom Dani,
    Meu filhote convive apenas com a avó materna, pois a paterna não se faz presente e eu não irei insistir em um relacionamento que nunca deu certo (o meu e o dela claro!), por consequência, só convive com os parentes maternos q são poucos, minha mãe, 2 irmãs, e os bisavós...
    Fazer falta sei que não faz, pq só sentimos falta daquilo que experimentarmos, e querendo ou não o pai e mãe por vez é suficiente para ele até agora, no futuro não sei, mas se ele questionar vou explicar sem rancor, apenas o pq do afastamento, se ele vai enteder ou perdoar, paciência a vida não é perfeita.

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  10. Dani:

    Quando eu fiquei grávida, nos mudamos pro interior justamente pelo motivo contrário: ficar PERTO da família!

    Eu (e o Fer) cresci cercada de gente, com finais de semana deliciosos na casa da avó, com férias junto dos primos, com tios queridíssimos (que viraram padrinhos de casamento, padrinhos de filhos, confidentes, etc). Então, eu queria o mesmo pros meus.

    Se estou conseguindo? Não sei... Mas, continuo tentando (se bem que, agora, viúva, um pouquinho mais longe, porque eu precisava "respirar". Mas, nada que uma horinha de carro não resolva...)

    Bjos e bençãos.
    Mirys
    www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com

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