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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Conseguiu. Ela conseguiu.


O pedido surgiu há algum tempo.





Não achei que fosse a hora, não achei, sinceramente, que ela fosse dar conta. E não queria, em hipótese alguma, que essa responsabilidade fosse transferida a mim.





Esperamos.


Não sem cobranças por parte dela....mas esperamos.





O que queríamos que ela entendesse é o que bichinho não é só bonitinho e que criá-lo demanda uma série de cuidados. Pode ser pequenininho, mas é uma vida!





Durante esse tempo em que ficou só desejando, ela pesquisou bastante. Descobriu inclusive, um blog que trata essencialmente do cuidado com esses pequenos roedores.





Até que o momento certo chegou e no começo desse ano, ela ganhou de presente {da tia do marido} seu tão sonhado hamster. Nesse ponto, ela já sabia a gaiola ideal, os cuidados que deveria  ter, os alimentos que não podem ser oferecidos, os cuidados de higiene, etc





Há pouco mais de um mês, a Bia está feliz com a responsabilidade que lhe confiamos.


Dá comida, dá carinho, troca a serragem e ainda lava a gaiola semanalmente. So-zi-nha.










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Oi, sou o Paçoca! E já tenho uma companheirinha, a Pati.









Dia desses antes de servir o almoço, disse: 





"Bia, guarda esse rato e vai lavar as mãos!"  (oi, sou delicada)


"Mãe, não é rato! e muito menos brinquedo pra ser guardado. Hunf!"










That´s the point!


Acho que ela entendeu o recado.












sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mico em Cordel (encantado)


Fiquei completamente apaixonada por esse cenário tão rústico.  O pote de barro, as cortinas de chita e o pequeno altar retratam tão bem a vida simples da minha região. Tem uma beleza muito particular!




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A vida no sertão é sofrida, assim como ficar vestida nessas roupas que nos cederam para as fotos. E olha que nem eram de couro, como as originais.




Temperatura do ambiente: 30°.


Sensação térmica: ai, meu Deus, quero morrer.





O cangaço é intrigante. Ao mesmo tempo que assusta com a valentia, a coragem de quem lutava contra o coronelismo espalhando muitas vezes o terror, sensibilizava de forma quase poética com ideia de uma vida altruísta, robin woodiana.




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Também eram felizes e tinham seus amores. Talvez por isso mesmo, a história do cangaço seja tão lindamente retratada, cantada e preservada em cordeis. E é nos repentes melodiosos que a história se dissemina.




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Assim como essas fotos contarão a história de umas férias que prometem ser inesquecíveis - palavra das crianças.





Aqui termina o especial de férias. Voltemos a nossa programação normal.


 





* fotos tiradas no Y-Park em janeiro 2012.







quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Passeios – fugindo do tradicional


Estava com vontade de fazer esse passeio desde as férias passadas de tanto que ouvia falar, o que aguçou ainda mais a minha curiosidade.





O convite  de uma amiga surgiu e topamos na hora. Não há nada melhor do que curtir um lugar como esse em boa companhia.





O Complexo Y-Park não fica no litoral, o que torna o passeio uma alternativa aos já tão manjados passeios turísticos praianos. Fica localizado a 30 km de Fortaleza, no pé da serra de Maranguape - CE e conta com o Museu da Cachaça e o Campo de aventuras, fora passeios de charrete, jardineira, pedalinhos, mini-fazenda…








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Escolhemos um dia de semana para empreendermos nessa jornada, pois com as férias o fluxo de pessoas aumenta consideravelmente. Sou esperta? Foi a nossa sorte, pois não imagino esse lugar entupetado de gente. Deve perder muito da graça e da beleza.





É passeio pra um dia inteiro, portanto nada de levar na mala bastante saudade, mas protetor solar, trajes de banho pras crias, toalhas e uma muda de roupa. Seja prático!





Na entrada, já nos deparamos com a mini-fazenda. Parada obrigatória para as crianças que possuem a capacidade inata de se encantar com os bichos.





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Tem como não se enternecer? Acho fofo filhotes mamando, independente da espécie!





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Fiquei super entusiasmada com a estrutura, a organização e a beleza do lugar. Deu pra perceber que cada cantinho ali foi pensado para encantar o visitante. Tanto que resolvemos desfrutar a parte alta do complexo e descer para o campo de aventuras somente após o almoço. Há quem faça o contrário. Fica a critério.








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O maior tonel de madeira do MUNDO fica aqui! Há muitos visitantes que tiram foto com a boca embaixo da torneira, como se estivessem prontos pra beber, mas como mãe de família que hoje sou, preferi uma foto meio…errr…clássica.





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O redário é super convidativo! Dá pra perder bons minutos ali, se balançando e esperando que a brisa refresque um pouco o calor que é grande. A vista é linda! Se joga que a rede é limpa!!!





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A Bodega do Zé Leite, foi criada em homenagem aos idealizadores do Museu da Cachaça, que serve tapiocas, doces de frutas regionais e opções de lanches mais leves.







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Bia não resistiu e convidou a tia Karine para um passeio de pedalinho. Enquanto ela estava lá se divertindo, as crianças menores brincavam no pula-pula e se divertiam no parquinho. Nada de ócio!







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Depois de tanta farra, ainda nos demos ao desfrute de fazer coisas que só um turista de verdade faz. Entramos numa lojinha ao lado da Bodega para tirar fotos vestidos de CANGACEIROS! Isso mesmo. O mico em forma de cordel, mostro pra vcs depois. Valeu a pena cada segundo vestida com aquela roupa quente do cão!  Otto estava impagável com óculos de armações redondas! Afinal, um passeio que não rende risadas, de nada serve. (filosofei)





Pingando de suor e com a cara desfigurada de fome, corremos pro restaurante. E ficamos lá sentadinhos esperando os funcionários darem o ok pra gente atacar a comida. Por isso não esperem fotos dos pratos servidos, pois a fome não me permitiu. Desculpa.





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Juro que quando me deparei com a rusticidade do lugar, fiquei com medo. Qual quê. Almocei di-vi-na-men-te bem. Ah! Não deixem de comer o doce de leite e a cocada. Obrigada.





O lugar conta com banheiro para deficiente físico, o feminino, super limpo, possui fraldário e do masculino... bom, desse só ouvi falar.





Já ouviu falar de puxa-puxa? Gosta? Guarde carinhosamente um espaço para comer o doce mais gostoso do universo. Sabe quando o doce é doce naturalmente? Sem aquela quantidade absurda de açúcar? Pois é, feito com o puro melaço da cana de açúcar. É aqui ó, servido ainda quente, diretamente do tacho:





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Pronto! Agora que a barriguinha encheu, o momento é: pegar uma jardineira e sacolejar até o Campo de Aventuras. Ó que maravilha!





AVISO: se tiver estômago fraco, vá procurar as redinhas pra fazer a digestão. Ceará não é terra de gente mofina. Seja prudente!





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O trajeto demora uns minutinhos, mas a vista compensa. Vejam:



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Tava esperando o tão famoso Campo de aventuras? Ei-lo.



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Aqui vc vai encontrar a maior tirolesa do nordeste, arvorismo, paintball, hugh jump, giromaster, flay, escalada em rocha, caiaque etc etc



Há também uma super lanchonete com uma vista linda que serve de crepes a açaí. Todos os banheiros tem duchas para que os visitantes possam voltar limpinhos pra casa.



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Ok. Hora da diversão. Para as crianças, not for me.

Que tal um banho de açude?



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Há um posto de primeiros socorros no local, fora os salva-vidas, os monitores e os guias. Os brinquedos, para as minhas crianças, ficaram restritos por conta da idade/altura, mas ainda assim, se divertiram muito.



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O muro de escalada é enorme e não! Eu não encararia. Beijo sedentarismo.



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Teve passeio de caiaque com o papai aventureiro:



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Uma experiência pra Bia saber como um hamster se sente:



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E de como as pessoas que foram torturadas na Idade Média se sentiam. (esse ela não curtiu) =)



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Já cansadinhos, pegamos a jardineira e subimos. Era a nossa hora de conhecer o Museu da Cachaça. Funciona no casarão erguido em 1851 e contém um acervo maravilhoso da história da aguardente no Brasil. Até a cozinha original foi preservada com todos os seus utensílios originais.





(durante a visita com o guia, evitamos tirar fotos)





No final da visita guiada, depois de conhecermos todo o processo de fabricação artesanal da aguardente, percorremos um trajeto com tonéis de madeira de bálsamo e freijó com 4 metros de altura que armazenam a bebida por um período de até 42 anos!!! O cheiro da bebida é doce e forte. (já fui boa nisso!!!)





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Esse caminho nos leva ao bar com mobiliário e música ambiente da década de 30. Super estiloso. Lembrei de várias blogueiras vendo os quadros de propaganda de época ou vintage, como queiram. E dentro de um tonel de cinco metros, passa vários clipes de comerciais de TV, cujo garoto propaganda era ninguém menos que Mussum, forévis.





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Nem ia fazer valer meu ticket cortesia para degustar uma cachacinha, mas a minha amiga insistiu tanto numa com sabor de guaraná, que acabei cedendo aos apelos. Me joguei.





Gente! Como é boua. Suave, leve e cheirosa. Passei na lojinha e trouxe várias garrafas pra casa e para os amigos.





Acredita que as crianças ainda tiveram energia pra dar uns passeios? Alugaram uma bicicleta e me deixaram num banquinho bebendo meus bons caldo de cana, cortesia da casa. =)





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Otto, menino bucólico e comportado (AHAM) resolveu dar um passeio com o amigo Arthur numa charrete ou seja lá como for o nome disso.





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Exaustos nos despedimos desse parque, que pra nós foi surpreendente!


Valeu cada minuto, cada centavo.





Se vc pretende visitar o Ceará, fica aqui a minha dica.





Não perdam o mico em cordel, hein?







segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Cuidado com o que pede


Para que vcs entendam onde quero chegar com esse post, é preciso que eu confesse uma coisa. Nem gosto muito de falar sobre isso, não em redes sociais, não com qualquer pessoa, embora não entenda porque algumas se ofendam tanto com uma condição tão, tão pessoal. Até porque, teoricamente, vivemos num país onde há a liberdade de crença.





Tenho minhas inquietações ateístas, sabe? Apesar de nunca ter tido culhão suficiente para me declarar assim. Em momentos de covardia e falando baixinho pra que Ele não me ouça, digo ser agnóstica, usando exatamente a mesma desculpa que o jornalista Bial fez em entrevista ao Jô Soares. 





O meu problema nem é com Deus, mas com as religiões - as acho imperfeitas, justamente por serem fruto dos homens. E os dogmas? Aquilo que não se pode contestar de forma alguma? Isso vai de encontro a minha natureza questionadora. Incomoda a ponto de eu sentir coceiras.





Gostaria muito, muito mesmo de ser uma pessoa entregue, que aceita ou em outros termos, que tem fé. Pode ser impressão minha, mas essas pessoas me parecem mais livres, menos angustiadas e mais agradecidas ao que vida lhe oferta. 





Ou não. Porque vejo as pessoas culpando Deus por tudo, sendo o algoz da felicidade/tristeza alheia.





Bom, de toda forma, questionando ou não, não abandono o barco, pois me foge a visão punitiva, vingativa. A visão que tenho Dele é a de puro amor, de perdão, de aceitação. Portanto estou tranquila em falar essas coisas, de alimentar minhas dúvidas, pois Ele certamente me perdoará. Ou me fará crer em Sua presença.








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Começo do ano passado, pedi a Ele com toda a pouca fé que tenho, que afastasse de mim tudo o que me fazia mal, que afastasse de mim tudo o que me fazia perder o foco, que me guiasse no melhor caminho, já que em dúvidas estava sobre qual atalho escolher.





Pois bem. 





Não é que Ele mostrou? Não da forma bonitinha que todo mundo espera, inclusive que eu esperava, diga-se. Comecei o ano levando duas rasteiras, de duas pessoas distintas, ou melhor, nem tão distintas assim. Isso doeu. Muito. Porque foi feito da forma mais tosca possível, sem o menor respeito, sem a menor consideração.





Vivi aqueles (poucos) dias em carne viva e superei. Passou.





Sozinha e distante do que me fazia mal, tive tempo pra pensar, pra me concentrar, pra redefinir, pra focar.


Segui com o projeto do blog, que sempre me fez bem e no meio do ano retomei a faculdade.





***





Apesar de estar focada em uma coisa, embaralhei tantas outras.





Passei o ano inteiro querendo ir embora de Floripa, acreditando que minha vida em Fortaleza seria beeemmm mais fácil, que ter a família perto seria um adianto sem tamanho na minha vida, que lá voltaria a trabalhar e meus filhos seriam mais felizes.





Tá. 




O ano nem precisou virar, pra que eu fizesse meus pedidos. Subindo no avião, na ida mesmo, pedi "de cum força" com toda a pouca fé que tenho, que Ele me desse discernimento suficiente para separar ilusão da realidade.





E não é que desde o primeiro momento, percebo os sinais?


Um choque cultural, um abarroamento de valores.





A minha ficha caiu.

 


Pessoas do nada, como se antevissem o que se passa no meu íntimo, vieram conversar comigo, me mostrar a realidade separada da fantasia. Queriam me alertar! Juro que nem precisava, pois fui vendo ao longo dos dias, o quanto estava iludida.





O que me lembrou o que um dia já desejei tanto....


Um dia, há sete anos, desejei sair de lá pra ter uma vida melhor, para estar longe de tudo o que me fazia mal. E naquela época, fomos atendidos.





Se eu mantivesse a minha fé, não teria vacilado, não perderia um só momento de ser grata pelo bem que nos aconteceu.





***





Então.


O ano virou e aquela indecisão toda se esvaiu, amainou.


Estou onde mereço estar.





Não mais no passado ou fantasiando um futuro, mas aqui e agora.





E era essa sensação de pertencimento que estava me faltando.









sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Chegadas e Partidas


Quem nunca assistiu ao programa do mesmo nome desse post no canal GNT, não sabe o que é chorar copiosamente. Tá, pode ser exagero, mas que não há como assistir sem derramar uma lagriminha, é verdade.





Pois bem, dia 18, protagonizamos mais uma cena de partida no aeroporto. Choros, abraços e promessas de que nos veremos em breve. Assim esperamos.





***





Bia ainda na sala de embarque, com olhos inchados, diz: "por que sempre temos que estar com saudade? Se estamos aqui, sentimos saudade de casa e se estamos em casa, sentimos saudade daqui."






Otto em casa, matando a saudade do pai que voltou no finzinho de dezembro, diz: "pai, senti tanta saudade de você. E agora sinto falta da minha avó. Queria que Fortaleza fosse aqui."






Isso não lembra aquele poema que empresta título ao livro da Cecília Meirelles Ou Isto ou Aquilo?





(...)




Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.


É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


(...)


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...

e vivo escolhendo o dia inteiro!


(...)







***





Aprendendo desde cedo a administrar escolhas.










terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Foi pouco, mas foi bom!




Passamos poucos dias em Natal e o mote da viagem não era o turismo e sim a convivência familiar. Só que, ficar dentro de casa com algumas crianças e dois adolescentes não é tarefa das mais fáceis.






Então saíamos pra dar uma canseira na galera e entre a construção de um castelo de areia e uma partida de frescobol, conhecemos um pouco dessa cidade cheia de programas maravilhosos, mas que nos deixou com uma vontade enorme de voltar e dar a cada cantinho a atenção merecida.





Não dá pra ir a Natal e não visitar o maior cajueiro do mundo. Não mesmo. Fora que eu precisava constatar se esse cajueiro era grande mesmo que valesse a pena tanta fama. Ok, tô ressentida por não ter em Fortaleza um tão grande quanto esse, mas não conta pra ninguém. 





Fica na praia linda de Pirangi e a entrada custa 4 reais para o adulto e crianças até 12 anos entram de graça.






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turismo com crianças em natal rio grande do norte maior cajueiro do mundo
A vista do mirante. Toda esse verde faz parte do maior cajueiro do mundo. Acreditem.





turismo com crianças rio grande do norte natal





      turismo com crianças         turismo com crianças






A caminho da Praia do Cotovelo, lugar onde batemos cartão, as réplicas de foguetes chamaram a atenção das crianças. Paramos na Barreira do Inferno,  que tem esse nome porque, ao entardecer os reflexos do sol tornam as falésias do local vermelhas como fogo.






turismo com crianças






turismo com crianças



turismo com crianças em natal



turismo com crianças natal






Dei uma voltinha na night potiguar e as opções de barzinhos e restaurantes charmosos são muitos. Curti, embora não tenha tirado fotos.





Bom, assim termina minha curta estada em Natal.


Gostaram?

domingo, 15 de janeiro de 2012

Viajei na viagem


Continuo de férias, quer dizer, continuo fora de casa.





Apesar de evitar as grandes expectativas quando venho pra casa (Fortaleza), preciso admitir que essas férias foram do papouco. Não só porque passeei como uma condenada e fui a praia quase todos os dias (ai, que dureza!), mas porque dessa vez, meus filhos curtiram ainda mais os primos e conheceram os dois tios que estavam faltando.





Otto, acostumado com a grande família composta por pai, mãe e irmã continua super confuso com as relações de parentesco.





Resolvemos passar a última semana em Natal, onde moram os tais tios. Arrumamos as malas e partimos numa deliciosa viagem de carro, como na minha infância, com direito a paradas em posto de gasolina para aquele xixizinho básico. Ah! e o serviço de bordo contava com pacotes e mais pacotes de biscoito pra amenizar a fome.





Eles ficaram impressionados com a nossa vegetação e com o calor que fazia fora do carro! Fico devendo as fotos dos mandacarus, mas deixo vcs com essa amostra do que foram meus dias nesse lugar lindo!







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Desculpe esses dias de ausência, mas eu precisava desse tempinho pra curtir a família que tanto amo. Não via esses tios há 6 longos anos. Era muito papo pra colocar em dia.



Porque bom mesmo, é ter história pra contar.





Aos poucos, vou voltando.








segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Vale a pena ler de novo




Escrevo textos que refletem apenas o cotidiano, outros que são meras reflexões - releituras da vida, uns besterois e outros, super especiais pra mim, que marcam o começo ou o fim de um ciclo. Esses, em particular, não só curto, como me apego. Sabe valor inestimável?





Pois bem, hoje, tem a reblogagem de um texto que trata sobre o fim de um ciclo (ou seria de um recomeço?), lá no Minha Mãe que Disse.





Estou pela terceira vez, na pracinha virtual mais bacana da blogosfera materna. =)