E eu achava que a crise havia passado. Mas como, se esse ano bendito ainda não?
Lembram daquela crise no casamento, que julguei haver superado? Então, o pesadelo ainda não acabou. E sabe o que mais me atormenta em toda essa situação? Não entender quando e como isso começou.
Aliás, pra ser franca, é de não ter o controle mesmo! Controle da situação, controle da relação, controle do outro...sobretudo, controle sobre mim. E, pensando bem, sem reservas, o problema está justamente no fato de eu permanecer inerte em relação à vida. Ficar quieta, serena, incomodou como nunca pensei que incomodaria a quem sempre suportou tudo na maior tranquilidade. Quem sempre entendeu, compreendeu uma personalidade alucinadamente bipolar. Ehhh...definitivamente, o momento é de rupturas, de mudanças, de romper com o ostracismo, com a vaidade e despir-se de vez do orgulho!
Assim me acomodei: sem planos, sem aspirações...numa zona de conforto que me prometeu proteção, mas que me tornou tão frágil.
Preciso aceitar o fato de não ter respostas, de que o marido é um ser humano e de que viver numa concha não é a solução.
Sigo acreditando que todas as trilhas caminham pra gente se achar, como na música da Maria Gadú.
Dani, acredito que o amor se dobra para não romper. O rio corre solto apesar dos obstáculos. A trilha se acha com o tempo... É a fórmula!Amei a música. Boa sorte!
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