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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O que quer uma mãe de menina




Depois de ter feito aquele post, onde compilei notícias bizarras envolvendo crianças, fiquei pensando...



Fiquei super feliz quando constatei no sétimo mês de gestação que esperava uma menina. Digo constatei, porque já sabia, não sei se é o tal instinto materno, cuja existência se discute ou se foi um chute certeiro. Preciso deixar claro que o nome estava escolhido e o enxoval comprado! Fui ou não fui audaciosa?





Enfim, a felicidade não consistia em ter uma coisa fofa e cheia de dobrinhas que eu pudesse vestir de rosa ou encher de laçarotes. Isso nem passou pela minha cabeça, talvez por eu nunca ter feito o estilo menininha. A felicidade era pela ideia de ter uma companheira....pra vida!






participação ativa dos pais, educação feminista, respeito a infância, papo de mãe
via we heart it







E como mãe de menina eu quis/quero: 







  • que ela brincasse com liberdade de movimentos - ou seja, nada de emoldurá-la em vestidinhos, fivelinhas nem sapatinhos combinantes;

  • que ela corresse de ficar ensopada de suor;

  • que ela tivesse suas bonequinhas, mas também bolas, peões, matracas, pipas,carrinhos e bonecos de super-heróis - infinitas possibilidades de brincadeiras. Isso é infância;

  • que ela tivesse o rosado natural nas bochechas e nos lábios, numa tonalidade linda que todo fabricante de cosmético tenta imitar, mas que só as crianças tem;

  • que é saudável imitar a mamãe, mas que ela não precisa se preocupar com batons, esmaltes e blushes, pois ela terá uma vida inteira pra isso; ou não...

  • que ela fosse livre e tivesse sua infância respeitada;

  • que pudesse conhecer outras cores e aprendesse que a feminilidade não reside apenas no rosa ou em tons de lilás. A vida pode e deve ser colorida;

  • que pudesse se vestir com  mais conforto e sem excessos. Que tivéssemos mais opções nas lojas, livres dos babados, do famigerado glitter e dos gigantescos apliques de flores;

  • que ela pudesse ouvir música que fale do universo infantil e não dos chiliques juvenis da Barbie girl;

  • que ela brincasse com suas panelinhas, sua mini tábua de passar e suas pequenas xícaras, mas que aprendesse que ela não precisaria ficar presa a eles quando crescesse. Que o seu lugar é onde queira estar.









Como mãe de menina há oito anos, deixo aqui meu testemunho de que é difícil criá-la querendo respeitar sua infância, quando há toda uma indústria querendo tratá-la como uma boneca...não a de pano que traz em si o conceito de uma infância ingênua, mas a de uma forma degenerada, onde a boneca é uma mulher que tem como único atrativo a estética.









É difícil, mas não é impossível.




Isso posso garantir.





E o que pensam vcs?















28 comentários:

  1. Totalmente de acordo, temos filhas com idades bem aproximadas (minha filha fará 8 anos em dezembro) e realmente, não é nada fácil "nadar contra maré", explicar mil vezes o porque de todas as amigas pintarem as unhas e ela não, explicar mil vezes que ela não precisa de um sutiã, enfim, deixar que ela seja criança, e criança não precisa de nada disso! Sei que não sou uma mãe perfeita (claro, porque nem existe isso!) mas tenho pavor de pensar que minha filha se preocupe em ser aprovada apenas pela beleza, sempre mostro que o mais importante é ser bacana com os amigos, saber respeitar, ser obediente, isso é ser verdadeiramente bela, mas é uma luta, pois vivemos numa sociedade que prega justamente o oposto. Ainda bem que ainda existem mães como vc Dani, juntas podemos educar uma geração mais consciente...
    Baci

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  2. Ai gente, adorei!
    Meu último post (http://leiaeli.blogspot.com/2011/08/roupa-de-menina-x-roupa-de-menino.html)
    de agosto de uma certa forma tem a ver com seu texto de hoje.
    Desde já, assim como você eu tento buscar o equilíbrio para que a Clara tenha uma infância digna de criança. Quero que ela seja moleca, que se suje, que se divirta sem se preocupar em desmanchar o cabelo ou sujar a roupa.
    Realmente se nós pais não cuidarmos, criaremos filhos na moldura do consumismo desenfreado.

    bjs Dani. Boa semana pra vc!

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  3. Amei o post! Fiquei feliz com a vinda de uma menina pelo mesmo motivo. Não encho minha filha de laços, babados, tiarinhas, etc. Também não acho errado quem o faça mas é que não está em mim fazer isso. Cresci menina-moleca e hoje sou mulher. Passei pelas fases de transição na época certa para mim - que foi bem depois das minhas amigas - e quero o mesmo para a Isa.

    Com minha sobrinha de quase três anos é igual. Outro dia mesmo minha irmã comprou um jeans lindo, com um cinto roxo e rosa. Ela provou e pediu: "Tira, não quero!" Ela prefere as calças de moletom. Mais confortáveis para brincar, rs!

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  4. Eu adorei seu último post mas não tive tempo de comentar. Aqui em casa, como mãe de menina, também procuro agir assim. Nada de pinturas, esmaltes, coisas fora da idade da pequena. Na escola dela as meninas de 2 anos já usam esmaltes escuros!!! Como assim?? E a colega lá em cima se engana, não existem sapatinhos de salto só para crianças de 1 ano, existem sapatos com salto para recém nascidos!!! Um horror!!! Também quero que minha filha seja moleca, brinque muito e se preocupe com outras coisas quando a idade chegar... vamos ver se conseguimos nadar contra toda uma maré. Ah!!! Também sou uma mãe que não aguenta ver a filha com rosa e lilás. Amo roupas coloridas!!! Beijos mil

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  5. Bom, o que eu penso! Eu quero muito ter uma menina, cheia de petit poá, vestidinhos e lacinhos, maaaaaas, por experiência própria, acho que meninas são mais amigas do pai e meninos da mãe.
    Eu, minha mãe, meu pai e meu irmão, meu marido e as filhas, eu e o Lorenzo, todos seguimos o estilo os opostos se atraem.

    Bom, eu comprei tudo de menina também, afinal tinha certeza que estava grávida de manina. Tive de trocar tuuuuuudo!

    Beijos

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  6. Penso exatamente como você. Também sou mãe de menina, mas quero que ela brinque com os pés no chão, role com seus animais de estimação, pule corda, brinque de bambolê, suba em árvores, em fim, seja uma criança e viva sua infância na plenitude. Pois já que esta passa tão rápido que pelo menos ela tenha momentos lindos para guardar em sua memória para sempre. Também sou contra essa imposição do consumo exagerado, que nos impõe, de roupas de oncinha, sapatos de salto alto e maquiagem para crianças. Pra que??? Como vcs disse: Elas terão a vida toda para isso...ou não. Bjos

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  7. super concordo! tb nunca fui uma crianca estilo barbie, minha mae tambem prezava pelo conforto, entao lacinhos, fitinhas e essas coisas nao combinam comigo. alem disso, tive uma filha depois de um menino, entao eu vivia num mundo de carrinhos e roupas de todas as cores. Alem de tudo, como minha filha tem cabelo fininho, mantenho-a com cabelo curto, pra nao ficar amarrando cabelo até dar dor de cabeça, e nem deixa-la com a cabeleira solta caindo no rosto. adorei o post! precisamos de mais maes assim, com essas ideias!

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  8. Dani com minha pequena brinco de boneca. Não posso negar que acho lindo bebê de lacinho, sapatinho etc, mas com certeza quero que minha filha seja feliz, tenha infância de criança. Quero mostrar pra ela que ela vai ter a vida toda pra ser adulto e então pode aproveitar a melhor fase da vida sendo criança. Não me conformo commenininhas de 2 anos usando esmaltes pink, batom rosa e sapato de salto.
    Criança tem que ser criança. Desejo a minha filha tudo que você escreveu.
    Quero vê-la feliz e não embrulhada pra presente...

    Beijinhos

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  9. Difícil mesmo, mas a gente não desiste!!!

    Bjo

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  10. Concordo contigo, embora mãe de menino e desejante por esse menino. Durante a gestção tinha quase certeza de ter um menino, e fui atendida!!
    Mas, desejo uma menina e quero que ela tenha infancia, que brinca na rua, pule corda, solte pipa, que brinque e brinque muito, assim como eu, brinquei de boneca até os 14 anos e não me arrependo disto.
    Não posso negar que também quero poder colocar vestido combinando com sapatinho e laçarotes, mas, tudo tem a sua hora e a ocasião adequanda!!

    Beijos

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  11. Tbém acho, criança tem que ser criança!! Brincar sem malícia nem vaidades.
    Só tenho meninos, mas se tivesse uma menina gostaria de dar liberdade para brincar como quisesse.
    Bjos
    Ana

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  12. Oi Dani, tbém acabo de postar sobre moda infantil e esse assunto rende né?
    A 1ª sandália de salto a Mel 'ganhou'com 9 anos e ficou toda, toda porque até então mesmo que ela pedisse e chantageasse dizendo que só ela ainda não tinha, não era a favor , não comprava e não deixava usar e pronto. Não me esqueço do pediatra dizendo: Não se preocupe a civilização vai chegar até seus filhos.Quando eu me lamentava com ele alguma coisa. Tudo bem pode chegar mas enquanto podemos fazer as escolhas por eles por que não.
    Vejo hj a minha filha já quase pré adolescente uma amiga pra todas as horas, uma companheira incrível e nunca imaginei que não fosse assim.
    Ai,ai,ai quanta coisa para se dizer...
    Bjs e até mais.
    Belo post.

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  13. Giulia e Maria se vestem com camisetas e descalças, eu tbm, fui criada assim e quero passar isso para minhas filhas. Acho que quanto mais vc as veste como adultas, mais cedo elas deixam de ser crianças!
    Amei o post!
    Acredita que por duas vezes escrevi comentários nas suas postagens e antes de enviar a Maria puxou o fio do computador...rs
    Hj eu escrevi enquanto ela dormia...rs
    Beijos

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  14. Não gosto de quantificá-los nem qualificá-los. Me arrepiam as comparações entre meninos e meninas que contribuem tanto para a desigualdade de gêneros.
    Mas senti uma sutileza no seu post. Exatamente porque é o que querem as mães de meninos também. Oportunidade de ser feliz...
    agora, certamente (me contradizendo total) as meninas sofrem mais abordagem do mundo cão, que as querem em casas / no tanque / engessadas em comportamentos "femininos"...
    Igualdade de gêneros para mim é saber respeitar as difereças e proporcionar as mesmas chances!
    Desafio?? Bobagem!!

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  15. Fico assustada com o que vejo tanto na mídia quanto ao vivo e em cores!!!
    Me assusta ver meninas de 5 anos usando biquini "fio dental", maquiadas, rebolando até o chão, com cinturões chamados de mini saias mostrando quase as partes íntimas!!!

    EU que não fui educada assim, e sou da geração que apanhava, daquela geração que não podia fazer malcriação fora de casa, pois levava um beliscão daqueles, e ainda ouvia "qd. chegar em casa vamos conversar!!!", e a conversa não era nada amigável, rsrsrs
    Resisti, estou aqui firme e forte, agradecendo os beliscões, os castigos, as broncas, e querendo educar meus filhos da mesma forma.

    Hoje vejo muita psicologia e pouca educação.
    Tenho uma loja de artesanato e decoração, em geral entram mães com crianças, enquanto a mãe está no norte o filho está no sul, livre, leve e solto!!!
    Duas situações com criança na loja não esqueço:
    . uma mãe entrou com uma menina cerca de 5/6 anos que usava chupeta ainda, a menina mexia em tudo, EU pedi com educação p/ ter cuidado que poderia quebrar algo, ao que a mãe prontamente respondeu "se quebrar eu pago", esta mãe deve achar que tudo se conserta com dinheiro.
    . outra situação foi um pai com o filho no colo, um menino de uns 3 anos que começou a fazer birra e deu uns tapas na cara do pai, EU olhei p/ a cena, meu sangue fervia e o pai ... "ai filhinho não faça assim com papai!!!

    Criança tem de ser criança, se necessário ouvir "não", levar bronca, uma boa chinelada no traseiro não mata ninguém, pelo contrário, educa!!!, mas também deve ser elogiada e ter seus direitos garantidos.

    Que filhos vamos deixar neste mundo???



    Audeni

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  16. mais do que difícil: um esforço enorme, mas vale à pena, sim! discuto tanto isso, e a cada discussão reflito mais sobre as minhas atitudes e sobre as possibilidades da minha filha.

    adorei o texto!

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  17. Dani um desafio e tanto! Eu acho, apesar de ser mãe somente de menino. Mas o importante é existir mães que pensam assim como você. Que conseguem encontrar o equilíbrio. Hora de brincar, de se arrumar como menina, de ser criança sempre, sempre!
    Adorei o post! Um grande beijo.

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  18. Penso super parecido com você... Sabe quando eu fui mãe de menina, eu já me imaginava tendo uma amiga para vida, tendo uma companheira feminina de aventuras... E é exatamente assim que minha filha é comigo, ela diz que sou uma das melhores amigas e realmente percebo isso, já que ela me conta tudo.
    Amei o post

    Beijos

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  19. Dani, amei seu post. Eu também luto - e muito - pelo direito à infância (das minahs filhas e de todas as crianças). E vc me deu um alento de que é possível preservá-la mais adiante. minha experiência, até então, é só até os 4 anos e os derrotistas de plantão adoram dizer que, quando ela crescer mais um pouco, eu não poderei mais lutar contra a insdústria de consumo, da moda, contra o mundo, enfim.
    É sempre bom saber que eu não estou sozinha!
    Beijo grande

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  20. Sábado levei minha filha num aniversário que era um picnic num bosque. Coloquei bermudinha de sarja azul e uma camisetinha (pois ventava). teve gente que perguntou como eu resistia a colocar um vestido. Depois as crianças foram brincar e as de vestido arranhavam a bunda no escorrego e as mães preocupadas se não ia entrar areia na perereca. A minha? SÓ brincou!
    Lindo post Dani

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  21. Eu, também, tenho a sorte de ter uma menininha e digo que assino onde pedir; confirmo e brigo por essas ideias.

    Adorei a postagem; abração,

    Rodrigo Davel

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  22. poxa, voce leu minha mente. sinto-me exatamente da mesma maneira. doida que a sofia cresca feliz, sem rotulos, sem roupas cheias de frescura e rosinhas.

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  23. Dani, ao contrário de vc, eu nunca quis ser mãe de menina, porque sei o quanto é difícil criá-las nesse mundo de hoje, mas Deus me "castigou" me mandando quatro! E eu tento me adaptar. Minha mais velha, que já é uma moça, é sim minha companheira pra vida e as pequenas estão se encaminhando pra isso. É algo tão gostoso, que penso o quanto fui boba em temer as meninas! Também crio minhas meninas apenas como crianças. Usando roupas de todas as cores, principalmente as em azul, já que usam roupas doadas e nem todas minhas amigas são mães de meninas. É claro que tem suas roupinhas novas, rosas e cheias de frufru, mas essas são pouco usadas, pois apesar de deixar elas lindas, lhes tolhe a liberdade de movimentos, o sentar no chão, o brincar sem limites.
    Seus brinquedos também são misturados e até me surpreendo quando as vejo ninando alguma boneca, ou envolvendo elas em fraldas como se fosse uma manta para agasalharem os "seus bebês", pois não estimulo isso, elas apenas reproduzem o que viram a mamãe fazer, com elas ou com a irmã menor. Minha moça, hoje se veste bem feminina, usa unhas longas e bem pintadas, usa maquiagem mesmo que sua mãe nunca tenha usado. Mas quando criança, era eu quem brigava para que em vez da saia, usasse um short para brincar.
    Quando as pequenas pedem batom, eu passo. Batom de manteiga de cacau, que protege os lábios e dá brilho, deixando a cor natural (vermelho bebê) acentuar-se sem fantasias. É difícil, mas dá pra criar meninas sem fantasia-las de mulheres antes da hora. Mesmo a minha moça, já com mais de 15 anos e que adora se enfeitar para ir nas festinhas das amigas, ainda usa bermuda e rabo de cavalo no dia a dia. Acho que é uma questão de exemplo também.
    Aff. Acho que escrevi um post!
    Beijos

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  24. Tenho duas meninas, e tbm acho dificil mas possível. Quero que elas sejam minhas companheiras como já são. Não gosto de meninas mulheres, mas de vez em quando deixo usar esmalte e brilho labial, claro nós mães temos que impor os limites, sapatos de salto no way ;) Adorei o post.

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  25. Dani, ótimo seu post! Adorei!
    Sabe, eu também penso muito em ter uma menina, mas pela companhia. Não apra ficar emperiquitando, vestindo rosa da cabeça aos pés... Quero prepará-la para a vida, ensinar a pensar, usar a imaginação, brincar muito em árvore, se sujar, aprender a gostar de esportes... e isso pode-se fazer com menino ou menina!
    Tenho uma colega de trabalho que, quando li teu post, lembrei-me dela. Ela tem uma menina de 5 anos. pobre menina. Para cada evento, tem um vestido diferente, um sapato diferente. A mãe não tem onde cair morta mas a filha não repete uma roupa, um sapato, uma tiara... nada. E penso: que educação ela está tendo, que valores está aprendendo com isso? Os mesmos da mãe dela. Uma pena, pois é uma criança inteligente e essa inteligência poderia ser usada pra tantas coisas boas!
    Bom, é isso!
    Beijo.

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  26. aprendi tudo isso com minha mãe.
    aprendi, principalmente, a não ser "mulherzinha". acho isso muito importante.

    bjbjbj

    http://maeporacaso.spaceblog.com.br/

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  27. Ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii este posttttttttttttt


    ai vou seguir sem duvida seu blog
    se gostar do meu , faça o mesmooooooooooooooo, sou jovem e adorava ter vosso apoio...beijinhooo

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  28. Já tenho um filho de 4 anos e estou grávida de uma menina. Compartilho de suas vontades. Cresci com dois irmãos mais velhos e joguei bola, subi em árvore, soltei pipa, sem deixar de ser feminina e ter minhas bonecas e panelinhas.
    Faço a campanha para uma vida multicolorida desde a descoberta do sexo do bebê. Não descarto o rosa, mas amo todas as cores! As meninas precisam saber que têm essa opção, a de escolher a cor que bem entender!

    Parabéns pelo blog.

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