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| We heart it |
Tenho pressa e tanta coisa me interessa...
- Sexta passada teve reunião do Otto na escola, regada a chocolate quente. Guardei a febre na gaveta, vesti um casaco quentinho e fui. Essa eu não perderia por nada...ouvi e li tanta coisa linda a respeito do meu filho. A melhor foi ouvir de uma terceira pessoa, pois sempre me julgo suspeita em julgamentos dessa natureza. "Dani, o Otto é criança na essência!" "Tem uma bagagem tão grande de conhecimento, que as aulas giram em torno dele. É adorado por todos." Preciso dizer que morri de orgulho? Que chorei de alegria e alívio por saber que faço, como mãe, um bom trabalho?
- Penso que a ignorância pode ser uma benção. Há alguns anos me afastei completamente das teorias maternas, pois as achava muito taxativas. Era muita informação, tanta que eu tinha medo de não suportar! Fora, que eu não queria ser enquadrada em nenhuma categoria. Não sei quem são os autores queridinhos da atualidade, aliás, estou inclinadíssima pra ler um livro da Laura Gutman, que fiquei conhecendo graças a Pat. Fiquei curiosa, muito curiosa....será que vale mesmo a pena?
- Essa é a primeira semana de férias das crianças e a segunda do marido. Continuo adoentada e pra completar o serviço, hoje o Otto apareceu com 38,5° de febre. Resultado de um inverno chuvoso e úmido. Eca.
- Continuo firme e forte no propósito de largar o cigarro. Mentira. Penso em vacilar e ceder à tentação cinco vezes ao dia. Tenho me apegado muito num conselho pra lá de cientifíco que Anne me deu: que o processo compulsivo tem vinte minutos de efeito no cérebro e passa. Volta e passa. Nessa hora, saio de circulação e vou tomar banho. Tem funcionado.
- Quando eu decidi parar, joguei um maço novinho, lacrado no lixo e me apeguei ao que estava aberto, pois ainda tinha uns cinco cigarros. Fumei dois por dia, até que a porcaria acabou. E há dois dias estou limpa. E louca.
- Tento me apegar a ideia de uma pele linda (que eu nunca tive) e de trocar esse hábito por vários outros, como passar hidratante depois do banho (detesto me sentir melada) e de comer mais frutas e beber mais água durante o dia. Novos hábitos, futuro sem fumaça. Quem sabe eu não entro numa academia? Não, melhor não.
Então é isso...continuem torcendo.
E quem fuma e não quiser parar, não me conte.
Sou muito vulnerável.
Ah! Claro que eu estou participando do sorteio de lançamento do Minha Mãe que Disse.

Ai quanto orgulho do filhote. Sei bem como vc se sentiu, pq um dia quando cheguei na escolinha pra pegar o Gabriel, tinha a professora do terceiro ano conversando com ele. Quando ele foi pegar a mochila ela soltou: -Não vejo a hora de chegar o ano que vem pra eu ter o Gabriel na minha sala, estou louca pra explorar todo o potencial dele!
ResponderExcluirE eu até virei ozoim de tanta felicidade. *rs
E quanto ao cigarro, tô no pé do mrido pra ver se ele larga. Detesto!
Boa sorte! Vou ficar torcendo por ti também. bjos
Dani,muito bom ouvir elogio sobre as crias mesmo...
ResponderExcluirAqui sempre ouço dos dois,apesar de já ter te falado que Daniel troca o chip qdo atravessa o portão da escola para dentro,rsrsrsrs...
Fique firme no propósito de parar de fumar,não é fácil,mas ñ é impossível...vc vai voltar a estudar ocupe a mente com as leis,rsrsrs
Dani, tô torcendo muito para vc se livrar desse mal e virar uma nova mulher sem cheiro de fumaça! Tô desde 2006 sem fumar e tenho ascooooo! Melhor assim!
ResponderExcluirBjão!!
Que liiiindo!!! Vale a pena então se entregar à maternidade instintiva?!
ResponderExcluirA Flávia (astronauta) já me deu uma perspectiva, disse que João vivia no colo e hoje é super-independente!
A Laura Gutman e o Carlos González não dão receitas de maternidade, não almejam ser um manual da criação de filhos, só ressaltam a importância dos instintos e rebatem as teorias da moda.
Eu prefiro González à Gutman. Acho que ele é mais persuasivo. Não terminei ainda a Gutman, mas indispensável meeesmo, só achei o primeiro e o capitulo sobre amamentação.
É bom, claro, mas o Gonzáles é meu queridíssimo! Até porque me pegou no momento em que eu mais precisava dele...
Beijos!
Dani, eu adoro passar por aqui, tenho aprendido e refletido muito sobre as coisas que vc escreve. Eu não fumo, mas fico vendo a sua luta e imaginando como deve ser difícil...eu tô na torcida, viu?
ResponderExcluirOlha, e receber elogios sobre os filhos enche qualquer mãe de orgulho! Que alegria, que delícia!
Quanto às teorias, eu confesso que nunca fui muito de ler manuais, livros sobre maternidade...sempre, sempre mesmo, segui o meu instinto. Mas desde que conheci a blogosfera materna, tenho lido muita coisa boa a respeito, mas sem neuras, sabe? Tentando tirar alguma lição aqui e ali, mas para tentar melhorar, sem me julgar, sem julgar os outros e sem me punir pelo que fiz até agora. E, sem dúvida, mesmo lendo tudo isso e aprendendo muito, continuo acreditando que o instinto materno é o melhor caminho, ainda que ele às vezes falhe (mas quando falha é pra nos ensinar coisas mais importantes e nos transformar de forma positiva). Não suporto rótulos e acredito que informação faz bem, mas sem exageros, porque acho também que informação demais às vezes mais atrapalha do que ajuda. Além do mais,cada um sabe o que é melhor pra si e sua família, respeitando os seus princípios e ideais defendidos.
Obrigada por mais uma oportunidade de reflexão!
Bjos querida e boa sorte!
Dani!
ResponderExcluirNo meio de um -das dezenas deles- de trabalhos na faculdade, cai aqui no seu blog.
Eu, que estudo pedagogia, eu convivo diariamente com crianças, me encantei pela sua forma de escrever e descrever o que vive aí.
No meio de tantos blogs de maternos, com tanto mais do mesmo, achei aqui algumas coisas diferentes, e no seu post anterior, fiquei feliz por você ter dito sobre o você de alguns anos atras.
Eu, que estou quase chegando nos 20, lido diariamente com o mãe-sabe-tudo que lê tudo e mais um pouco sobre maternidade, crianças e blábláblá... Mas nunca me deparei com alguém tão leve e tão intenso como você.
Acho bonita a forma que você conta sua história, acho real. Uma realidade bonita, tenho que dizer.
Parabéns pelos filhos lindos (juro que penso pelo menos uma vez por semana que poderia ser professora do Otto.. deve ser animal! rs), pela vida que leva, por não ter xingado a senhora que disse o que disse, por ter foco, por não ter.. Enfim, vim aqui dizer algo que já não sei mais o que era, mas resolvi falar algo, mesmo assim.
Quero deixar registrada aqui, a admiração que sinto do lado de cá.
Boa sorte com a ausência dos cigarros...
e até mais, quando eu lembrar o que queria te dizer.. rs
Oiiii..voltando agora ao mundo dos blogs,e vim dar um alo por aqui,rsss... reuniao regada a chocolate quente??que delicia de reuniao,rss...
ResponderExcluirBeijos e uma otima semana...aos poucos to de volta!Obrigada por n me esquecer! ;-)
Força Dani, to apostando em vc! Deixe os branquinhos no lixo e sinta o prazer de ser cheirosa rs!!!
ResponderExcluirMelhoras pra vc e pro Otto!
Beijo
Otto tudo de bom...
ResponderExcluirMãe sem cheiro de cigarro...que delícia!
Força, pense na vitória! Que você é mais forte que o vício!
Oi Dani.
ResponderExcluirCheguei aqui pelo blog da outra Dani, da Nave Mamãe...
queria comentar sobre o cigarro. Eu fui fumante dos 15 aos 33 anos. Nunca me senti muito bem fumando em público. Fumava em casa e com amigos que fumavam também. Até que um dia eu decidi parar. Assim. Decidi. Claro que já havia tentado oturas vezes, mas voltava. Só da última vez eu tava determinada a parar. E consegui. Eu acho que o principal é sempre pensar no benefício que o cigarro vai te trazer. E são tantos: pele bonita (a minha melhorou muuuito); menos olheiras; quando se consegue dormir, o sono é melhor; o gosto dos alimentos são melhores sentidos, o cabelo não fede a fumaça; as roupas estão sempre cheirosas (porque a pele exala o cheiro da nicotina, a gente é que não percebe); o cabelo sempre cheiroso; a boca não tem mais aquele cheiro de cigarro; você está se prevenindo de doenças futuras; etc... é tanta coisa. Mas só depois que a gente para, é que percebe. E ex fumante se torna uma pessoa muito crítica quanto ao cigarro. Minha mãe teve que parar de fumar porque teve câncer de mama. E meu pai parou pra ajudar ela (por causa do cheiro que dava náusea nela)... Só que hoje ela desenvolveu enfisema pulmonar. Sequela de tantos anos fumando. Mais um motivo para parar o quanto antes.
Enfim, conseguir parar é querer. Se gostar mais do que gostar do cigarro, do hábito, vício.
Palavras de quem um dia conseguiu! boa sorte! Beijo.